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	<title>Vertente &#187; Uncategorized</title>
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	<description>Variedades e opiniões sobre música, cinema, coisas da vida e tudo mais.</description>
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		<title>Meus cachorros, meus filhos</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 22:29:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sim, me tornei uma daquelas pessoas que tratam cachorros como filhos. Há uma semana Gunther e Priscila começaram na creche três vezes por semana. Que delícia ficar assistindo pela webcam. Eles têm mochilinha, com ração, coleira e outros acessórios. E ao final do dia a &#8220;tia&#8221; telefona pra contar o quanto eles brincaram, pularam na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, me tornei uma daquelas pessoas que tratam cachorros como filhos. Há uma semana Gunther e Priscila começaram na creche três vezes por semana. Que delícia ficar assistindo pela webcam. Eles têm mochilinha, com ração, coleira e outros acessórios. E ao final do dia a &#8220;tia&#8221; telefona pra contar o quanto eles bri<a href="http://www.vertente.blog.br/wp-content/uploads/2010/03/12312009160.jpg"><img class="size-medium wp-image-247 alignleft" title="12312009160" src="http://www.vertente.blog.br/wp-content/uploads/2010/03/12312009160-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>ncaram, pularam na piscina, fizeram exercício, comeram e foram umas gracinhas. Ah, tem o &#8220;tio da perua&#8221; também.</p>
<p>Gunther, um bull terrier mimado, e Priscila, uma scottish terrier de personalidade forte, estão quase com 10 meses de idade. Antes deles, jamais imaginamos viver numa casa bagunçada ou parcialmente destruída. Pois é. Eles fizeram o favor de comer todos os móveis. Mas sabe de uma coisa? Eles aprontam e depois vêm com aquela carinha, pedindo colo, dando beijinho, e a gente simplesmente deixa tudo  pra lá.</p>
<p>A nossa vida também se tornou mais matutina. Nasce o Sol e lá vem o Gunther colocar a focinho no travesseiro, pedindo pra dormir com a gente. E quando a gente não o vê, ele coloca as patas da frente em cima da cama e bate as de trás no chão. A gente acorda, ele sobe, tiramos um cochilo, mas a paz dura só até às 7h30. Aí vem a hora do passeio, do café da manhã e da brincadeira antes dos &#8220;pais&#8221; saírem pra trabahar.</p>
<p>É impossível não nutrir um amor gigantesco por esses bichos. E aí vem o equívoco de querer transformá-los ou tratá-los como humanos, conversando com eles como se alguma palavra fizesse sentido. A Priscila até que responde, meio ranzinza, tipo &#8220;Pô mãe, sério que você vem com esse papo de novo?&#8221;. E o Gunter curte a TV. Mega participa dos programas, torce pros carros de<a href="http://www.formula1.com/" target="_blank"> Fórmula 1</a>, pros atletas de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Skeleton" target="_blank">Skeleton</a> e, claro, late pra todos os cach0rros do <a href="http://www.cesarsway.com/" target="_blank">Cesar Mil</a><a href="http://www.cesarsway.com/" target="_blank">lan</a>.</p>
<p>No fim do mês, vem o rombo das roupinhas que eles detestaram, do veterinário, dos biscoitos, florais, ossinhos, brinquedinhos e afins. E aí você entende porque tanta gente acaba abrindo mão de ter filhos pra se dedicar a essas criaturinhas com nome de gente. Oi? Não, ainda pretendo ter crianças de verdade correndo pra lá e pra cá. Mas, até isso acontecer, o Gunther e a Priscila vão continuar reinando mais um pouquinho.</p>
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		<title>Pagando a língua</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 16:50:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nem cheguei aos 35, mas já me sinto como a minha avó. Quando era criança, lembro que ela escrevia algumas coisas erradas e eu, chata pra burro, vivia corrigindo. Antes de eu nascer, o Português já tinha mudado duas vezes e obviamente ela não conseguiu decorar todas as regras. Eis que inventaram o Acordo Ortográfico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.vertente.blog.br/wp-content/uploads/2009/03/escrever_2435.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-221" title="escrever_2435" src="http://www.vertente.blog.br/wp-content/uploads/2009/03/escrever_2435-300x228.jpg" alt="" width="300" height="228" /></a></p>
<p>Nem cheguei aos 35, mas já me sinto como a minha avó. Quando era criança, lembro que ela escrevia algumas coisas erradas e eu, chata pra burro, vivia corrigindo. Antes de eu nascer, o Português já tinha mudado duas vezes e obviamente ela não conseguiu decorar todas as regras.</p>
<p>Eis que inventaram o <a href="Acordo Ortográfico 2009" target="_blank">Acordo Ortográfico 2009</a>. Eu, jornalista, que me esforcei horrores para escrever certo, principalmente os hífens, pareço a dona Wanda. Completamente perdida entre o bem-vindo e o benfeito, o guardarroupa e o hiper-requintado, a autoestrada e o micro-ondas, o para e o pôr.</p>
<p>Minha sorte é que existe Internet e os links patrocinados do <a href="http://google.com" target="_blank">Google</a> já adotaram a nova grafia. Fiz download de diversos guias. Mas nem imagino a cabeça da dona Wanda tendo que aprender tudo outra vez sem qualquer auxílio tecnológico (vixe, tem acento ou não?).</p>
<p>Posso aceitar que um idioma unificado traga benefícios de negócios e maior integração entre países, mas é bem complicado prometer que eu serei capaz de “renascer por completo” até 2012. Estou tentando reaprender minha própria língua. E nem pretendo criar caso se algum moleque quiser me corrigir. Se eu não entender tudo nos próximos dois anos e meio, talvez meus netos me façam escrever certo na marra.</p>
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		<title>Recomeçando mais uma vez</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 17:20:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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		<description><![CDATA[Chegamos ao final de mais uma jornada. Passou rápido. Foi intensa, muito intensa. No começo, parecia que não ia dar. Deu. Termina bem, feliz, realizada, resolvida. Em 2008 a listinha de ano novo foi toda concluída. Não ficou nada pra trás. Os aprendizados vieram na marra. Alguns ainda preciso praticar pra valer. Mas muita coisa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chegamos ao final de mais uma jornada. Passou rápido. Foi intensa, muito intensa. No começo, parecia que não ia dar. Deu. Termina bem, feliz, realizada, resolvida. Em 2008 a listinha de ano novo foi toda concluída. Não ficou nada pra trás. Os aprendizados vieram na marra. Alguns ainda preciso praticar pra valer. Mas muita coisa já mudou pra melhor. Hoje estou exatamente onde e como queria estar. Nada compensa mais do que isso.</p>
<p>E 2009 será o momento de me apropriar de todas essas conquistas. Viver o hoje, ser mais eu, sorrir mais e dar valor a absolutamente todos os segundos da minha vida. Continuar aprendendo, realizando, resolvendo, superando. Recomeçando, mudando. Mudar, sempre! Seguir em frente. Crescer! Amar: a vida, a alma, as pessoas, o mundo!</p>
<p>Aos meus poucos e queridos amigos, obrigada por estarem do meu lado há tanto tempo, compartilhando momentos tão únicos e divertidos. Obrigada por abrirem meus olhos para o novo! E para tudo que o universo tem de melhor!</p>
<p>Aos meus pais, não canso de dizer que vocês são as pessoas mais importantes da minha vida e que sem vocês eu não seria nada. Que vocês continuem ao meu lado por muitos e muitos anos. Eu amo vocês mais que tudo!</p>
<p>É isso aí. Feliz 2009 pra todos nós!!!! Com muita saúde, dinheiro, paz, alegria e, principalmente, sabedoria! Só a sabedoria nos torna verdadeiramente livres!</p>
<p>Até a volta.</p>
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		<title>One Day as a Lion: outro projeto solo frustrante</title>
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		<pubDate>Sun, 24 Aug 2008 19:36:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mumia Abu Jamal]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Rage Against the Machine]]></category>
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		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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		<description><![CDATA[O povo reclama tanto na minha orelha que vou voltar a fazer posts sobre música, retomando a série Riot Girrrrls, com bandas femininas alternativas de diversas partes do mundo, resenhas de shows (embora eu esteja indo a poucos concertos ultimamente), velharias e coisas que eu descubro na Internet. Mas não prometo que vou conseguir escrever [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.vertente.blog.br/wp-content/uploads/2008/08/2695774790_cf3da67452.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-189" title="2695774790_cf3da67452" src="http://www.vertente.blog.br/wp-content/uploads/2008/08/2695774790_cf3da67452-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p>O povo reclama tanto na minha orelha que vou voltar a fazer posts sobre música, retomando a série Riot Girrrrls, com bandas femininas alternativas de diversas partes do mundo, resenhas de shows (embora eu esteja indo a poucos concertos ultimamente), velharias e coisas que eu descubro na Internet. Mas não prometo que vou conseguir escrever toda hora, ok?</p>
<p>Enfim, estava escutando o EP do<a href="http://www.onedayasalion.org/" target="_blank"> One Day as a Lio</a><a href="http://www.onedayasalion.org/" target="_blank">n</a>, projeto novo do <a href="http://www.ratm.com" target="_blank">Zack de la Rocha</a> com Jon Theodore, ex-baterista do <a href="http://www.myspace.com/themarsvolta" target="_blank">Mars Volta</a>. O nome vem de uma fotografia tirada em 1970 por George Rodriguez de um muro em <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Boyle_Heights" target="_blank">Boyle Heights</a>, Los Angeles, com a frase “It’s better to live one day as a lion, than a thousand years as a lamb” (melhor viver um dia como um leão do que mil anos como um cordeiro).</p>
<p>Theodore é um excelente baterista, Zack continua incrivelmente engajado, mas sou meio contra projetos solo. Eles sempre carregam bases das bandas de origem e, na maioria das vezes, acabam virando versões pioradas do mesmo.</p>
<p>E One Day é uma versão piorada de Rage Against the Machine. No lugar da guitarra e do baixo, Zack tira distorções do teclado, o que pode parecer brilhante na primeira faixa, mas se torna repetitivo ao longo do álbum. Sua voz e a pegada meio rap também fazem com que a comparação com o Rage seja inevitável, assim como as letras, bem menos surpreendentes.</p>
<p>Numa entrevista ao <a href="http://soulassassins.com/?p=2611" target="_blank">Los Angeles Times</a> ele mesmo reconhece que One Day precisa de melhorias. &#8220;Não, esta não é uma explosão de energia apenas. Vamos gravar discos, escrever músicas. Estamos no processo de formar a banda. Precisamos de um tecladista. Não sou bom o bastante para fazer tudo sozinho. Portanto, vamos nos reformular em breve&#8221;.</p>
<p>Da mesma forma como sempre achei que o <a href="http://www.audioslave.com/" target="_blank">Audioslave</a> subestimava o talento de Tom Morello, Tim Commerford e Brad Wilk, One Day não reflete a genialidade de Zack e não empolga quem espera por inovações. Ele foi bem mais criativo quando criou <a href="http://www.marchofdeath.com/" target="_blank">March of Death</a>, com DJ Shadow, e encarnou raízes do bom e velho hip hop, juntando-se ainda a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chuck_D" target="_blank">Chuck D</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Roots" target="_blank">The Roots</a> para gravar &#8220;<a href="http://www.imeem.com/cheguevaralivesforever/music/Km_rXSL7/zach_de_la_rocha_chuck_d_the_roots_mumia_911/" target="_blank">Mumia 911</a>&#8220;. Se contarmos ainda a antiga parceria com <a href="http://www.youtube.com/watch?v=rhqfijdOIuE" target="_blank">KRS One</a>, tudo isso parece ter saído muito mais do âmago. &#8220;Quando deixei o Rage estava de coração partido e fiquei obcecado por reinventar a minha roda por completo&#8221;, ele disse ao LA Times. Então talvez ele esteja outra vez precisando de algumas doses de depressão.</p>
<p>Depois de ter visto o <a href="http://www.vertente.blog.br/2008/06/11/berlim-rage-against-the-machine-rules/" target="_blank">Rage ao vivo em Berlim</a>, em junho deste ano, fica difícil não desejar que eles gravem um novo álbum. O entrosamento no palco, o som perfeito, os solos improvisados e hipnotizadores, a força das melodias, o ritmo das letras, os pulos e tombos do Zack. Não dá pra aceitar que isso tudo continue secundário na vida deles. &#8220;Muita coisa mudou. Quando você fica mais velho, olha para o passado e tem outra perspectiva sobre os problemas. Nossa relação está melhor do que nunca (&#8230;) Vamos continuar fazendo shows (&#8230;) Mas quanto a gravar música no futuro, não sei o que todos pensam disso&#8221;, contou ele na entrevista. Que pena.</p>
<p>Deixo aqui uma mostra de One Day as a Lion pra vocês: <a href="http://www.vertente.blog.br/wp-content/uploads/2008/08/05-one-day-as-a-lion.mp3">05-one-day-as-a-lion</a></p>
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		<title>Jóias fazem mal</title>
		<link>http://www.vertente.blog.br/2008/08/05/joias-fazem-mal/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Aug 2008 03:17:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane</dc:creator>
				<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[conflitos]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Há uns bons anos não uso mais jóias. Apenas bijuteria e artesanato. Na era do politicamente correto, a indústria do luxo é constantemente atacada pelo uso de animais na confecção de roupas e na fabricação de cosméticos e perfumes, mas pouco se comenta sobre o quanto a extração de ouro e pedras preciosas (principalmente o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.vertente.blog.br/wp-content/uploads/2008/08/no-dirty-gold-ad.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-186" title="no-dirty-gold-ad" src="http://www.vertente.blog.br/wp-content/uploads/2008/08/no-dirty-gold-ad.jpg" alt="" width="468" height="289" /></a></p>
<p>Há uns bons anos não uso mais jóias. Apenas bijuteria e artesanato. Na era do politicamente correto, a indústria do luxo é constantemente atacada pelo uso de animais na confecção de roupas e na fabricação de cosméticos e perfumes, mas pouco se comenta sobre o quanto a extração de ouro e pedras preciosas (principalmente o diamante) afeta nações inteiras e perpetua a pobreza pelo mundo.</p>
<p>Ao contrário do que se pensa, há muitas décadas a extração de ouro <a href="http://www.grinningplanet.com/2005/02-01/gold-jewelry-gold-mining-article.htm" target="_blank">deixou de ser na base da peneira</a>. Minas são criadas frequentemente, sobretudo nas proximidades de florestas tropicais e aldeias indígenas, e não se encontra mais ouro em pedaços (ou <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Gold_nugget" target="_blank">nuggets</a>). Para fabricar um simples anel é necessário remover mais de 20 toneladas de pedras que recebem jatos de cianureto, para a extração de partículas microscópicas do metal, e que acabam <a href="http://washingtontimes.com/news/2006/aug/14/20060814-113645-1330r/" target="_blank">contaminando</a> os lençóis freáticos e prejudicando as populações ao redor das minas.</p>
<p>O processo de drenagem dessas pedras é feito ainda com <a href="http://news.mongabay.com/2007/1107-french_guiana.html" target="_blank">ácido sulfúrico, mercúrio</a>, e muitos afirmam que a extração de ouro polui mais do que qualquer outra indústria. Além disso, as condições semi-escravas das minas levam aos mais altos índices de morte por acidente de trabalho.</p>
<p>E embora o ouro seja necessário na produção de diversos componentes eletrônicos e eletrodomésticos, 80% do total extraído no mundo é usado na fabricação de jóias. Nos últimos 10 anos, o preço do ouro mais que triplicou e a quantidade de <a href="http://blog.brilliantearth.com/2008/07/14/big-increase-in-illegal-gold-mining/" target="_blank">mineradores ilegais</a> também. Estima-se que existam cerca de  20 milhões de mineradores autônomos responsáveis por 10% da produção de ouro e diamantes, e 75% da produção de gemas. Quem acompanha os conflitos em <a href="http://www.un.org/peace/africa/Diamond.html" target="_blank">Angola, Serra Leoa, Sudão, Gana, Costa do Marfim e Congo</a> sabe o quanto <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Conflict_diamonds" target="_blank">diamantes de sangue</a> ainda patrocinam guerillhas, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.</p>
<p>Muitas entidades têm tentado erradicar esses problemas. A <a href="http://www.nodirtygold.org/home.cfm" target="_blank">No Dirty Gold</a> trabalha pela conscientização sobre os prejuízos da produção de ouro ao redor do mundo e batalha por melhores práticas. O <a href="http://www.responsiblejewellery.com/" target="_blank">Council for Responsible Jewellery Practices</a> certifica mais de 80 joalheiros com base em normas desenvolvidas para uma extração mais &#8220;sustentável&#8221;.</p>
<p>A<a href="http://www.earthworksaction.org/" target="_blank"></a>té mesmo a <a href="http://www.goodpracticemining.org/search.php?Query=cyanide" target="_blank">ONU</a> têm buscado criar parâmetros para o uso controlado de substâncias químicas no processo de produção do ouro.  E o <a href="http://www.diamondfacts.com/conflict/index.html" target="_blank">Kimberley Process Certification System</a> foi colocado em prática em 2003 para evitar que os diamantes de sangue sejam comercializados. Oficialmente diz -se que 99% das pedras vendidas hoje não vêm das zonas de conflito, mas sabe-se que o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Conflict_diamonds" target="_blank">monitoramento é falho</a> e que o contrabando de diamantes continua.</p>
<p>Por isso, tão importante quanto deixar de comer carne, reciclar lixo e papel, apagar a luz , economizar água, não usar casacos de pele verdadeira, sapatos de couro ou cremes de fabricantes que fazem testes com animais, é abrir mão da ostentação. Ninguém precisa de anel de ouro ou brinco de brilhantes pra viver. Ou seja, tá fácil contribuir pro planeta.</p>
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		<title>Adeus Tina</title>
		<link>http://www.vertente.blog.br/2008/07/24/adeus-tina/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 22:23:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[amizade]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Vinte dias atrás escrevi &#8220;Parfum?&#8221;, sobre a falta de criatividade nas propagandas de perfume. Ali, Tina Oiticica, do Universo Anarquico, teve a gentileza de me deixar um recado, preocupada com o meu bem-estar depois de ver um comentário meu no Twitter. Eu, com a minha mania de viver para o trabalho e deixar a vida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vinte dias atrás escrevi &#8220;Parfum?&#8221;, sobre a falta de criatividade nas propagandas de perfume. Ali, Tina Oiticica, do <a href="http://attu.typepad.com/universo_anarquico/" target="_blank">Universo Anarquico</a>, teve a gentileza de me deixar um recado, preocupada com o meu bem-estar depois de ver um comentário meu no <a href="http://www.twitter.com/thiane" target="_blank">Twitter</a>.</p>
<p>Eu, com a minha mania de viver para o trabalho e deixar a vida pessoal para depois, li o comentário e passei essas últimas duas semanas e meia pensando que eu precisava entrar lá no blog dela para dizer que, sim, estava tudo bem. Eu apenas precisava de cinco minutos pra dizer o quanto as visitas dela eram importantes e o quanto muitas vezes são os amigos virtuais que nos amparam e nos fazem sentir queridos.</p>
<p>Hoje, finalmente parei para dar um alô. Tina morreu. Seu marido, num dos gestos mais bonitos que eu já vi, continua o blog contando um pouco sobre ela. O choque, a culpa e o vazio são imensos. Nunca conheci Tina pessoalmente. Desde que voltei a blogar, há um ano e meio mais ou menos, ela sempre esteve aqui, em todos os posts, memes e reflexões. Foi um prazer ler seus escritos e compartilhar um pouco da minha vida com ela.</p>
<p>Mas faltaram cinco minutos de dedicação. E por isso este post é também um pedido de desculpas a todas as pessoas que semanalmente vêm aqui e não encontram nada. A todos que sempre comentam as minhas experiências, mas que quase nunca recebem um comentário de volta. É imperdoável que, mesmo sem tempo para blogar, eu não dispense uma hora por semana que seja para prestigiar laços tão distantes e ao mesmo tempo tão valiosos. E, Tina, fique bem.</p>
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		<title>Parfum?</title>
		<link>http://www.vertente.blog.br/2008/07/03/parfum/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 02:30:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[propaganda]]></category>

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		<description><![CDATA[Já faz algum tempo que propagandas de perfume têm me irritado. Na boa, acho que é o mesmo carinha preguiçoso que inventa os comerciais de todas as marcas. É tudo sempre igual!!!! Uma musiquinha bacana de alguma banda despontando na NME, um vestidinho da própria grife, uma mulher ou um cara andando de um lado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já faz algum tempo que propagandas de perfume têm me irritado. Na boa, acho que é o mesmo carinha preguiçoso que inventa os comerciais de todas as marcas. É tudo sempre igual!!!!</p>
<p>Uma musiquinha bacana de alguma banda despontando na NME, um vestidinho da própria grife, uma mulher ou um cara andando de um lado pro outro e balbuciando qualquer coisa que não dá nem vontade de entender.</p>
<p>Quem mais tem trabalho ali é a pessoa do cenário, que coloca pétala de rosa boiando na água, frasco pendurado em árvore ou uma janela enorme com uma vista sensacional.</p>
<p>Agora, sério, de verdade: cadê a criatividade desse povo?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Berlim &#8211; RATM o setlist</title>
		<link>http://www.vertente.blog.br/2008/06/20/berlim-ratm-o-setlist/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Jun 2008 18:37:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rage Against the Machine]]></category>
		<category><![CDATA[rock]]></category>
		<category><![CDATA[show]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Morello]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Muita gente me perguntou o setlist do show do RATM. Eu não lembro exatamente a ordem das músicas. É tanta adrenalina que a gente fica meio desbaratinado e sem saber o que aconteceu depois. Pelo o que eu andei checando, estou 99% certa . Vejam: Testify Bulls on Parade People of the Sun Bombtrack Know [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muita gente me perguntou o setlist do show do RATM. Eu não lembro exatamente a ordem das músicas. É tanta adrenalina que a gente fica meio desbaratinado e sem saber o que aconteceu depois. Pelo o que eu andei checando, estou 99% certa . Vejam:</p>
<p><span lang="EN-US">Testify<br />
Bulls on Parade<br />
People of the Sun<br />
Bombtrack<br />
Know your Enemy<br />
Bullet in the Head<br />
Clampdown (The Clash &#8211; cover)<br />
Guerilla Radio<br />
Ashes in the Fall<br />
Calm like a Bomb<br />
Sleep Now in the Fire<br />
Wake Up<br />
</span></p>
<p>1o bis:<br />
Freedom<br />
Township Rebellion ( ?? &#8211; não me lembro, mas acho que tocaram sim)<span lang="EN-US"><br />
Killing in the Name</span></p>
<p style="margin-top: 12pt;"><span lang="EN-US">2o bis:<br />
Tire Me<br />
War Within a Breath</span></p>
<p>E aqui um video que achei no Youtube, de Guerrilla Radio. Absolutamente sensacional. Me arrepia&#8230;</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/jSKwNdMmtDc&amp;hl=en" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/jSKwNdMmtDc&amp;hl=en"></embed></object></p>
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		<title>Berlim: Stasi, nazis &amp; dogs</title>
		<link>http://www.vertente.blog.br/2008/06/16/berlim-stasi-nazis-dogs/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 21:15:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane</dc:creator>
				<category><![CDATA[sionismo]]></category>
		<category><![CDATA[sionista]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma coisa tem realmente me irritado: eles odeiam cartao de credito e varias lojas e restaurantes nao aceitam. Ou seja, to sempre contando trocado pra ver se o dinheiro que eu trouxe vai durar ateh o final. Por essa eu nao esperava! Outra coisa eh um pouco desagradavel: sempre que a Turquia joga uma boa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma coisa tem realmente me irritado: eles odeiam cartao de credito e varias lojas e restaurantes nao aceitam. Ou seja, to sempre contando trocado pra ver se o dinheiro que eu trouxe vai durar ateh o final. Por essa eu nao esperava!</p>
<p>Outra coisa eh um pouco desagradavel: sempre que a Turquia joga uma boa parte dos alemaes torce contra. Acontece que aqui isso nao eh uma briguinha tipo corinthiano versus sao paulino, e somos todos brasileiros. Essa eh uma briga entre duas culturas que precisam conviver e se aceitar. Bem complicado&#8230;</p>
<p>Caes. Eu simplesmente adoro como cachorros aqui sao educados, apesar da sujeira que deixam pelas ruas (e que os donos nao recolhem). Estava eu outro dia numa tratoria &#8220;almojantando&#8221; e eis que entra um casal com dois (!) labradores, senta na mesa ao lado e janta em companhia canina. Os cachorros nao pulam, nao pedem comida, nao importunam as outras pessoas, nao latem e nao saem do lugar. No minino adestrador aqui deve ganhar uma grana! No metro, alias, eles sao super sossegados. Amei.</p>
<p>Minha jornada neste final de semana teve mais a ver com holocausto e regime sovietico. Visitei a <a href="http://en.stiftung-hsh.de/" target="_blank">Gedenkstatte</a>, uma prisao da Stasi que ainda mantem celas, moveis e acessorios da epoca em que a Uniao Sovietica dominou Berlim oriental.</p>
<p><a href="http://www.vertente.blog.br/wp-content/uploads/2008/06/dsc03560.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-163" title="dsc03560" src="http://www.vertente.blog.br/wp-content/uploads/2008/06/dsc03560-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>O que vale mesmo eh a tour de duas horas em que o <a href="http://thereback.blogspot.com/2005/09/visit-to-stasi-prison.html" target="_blank">guia </a>conta varias curiosidades sobre a barbarie cometida pelos comunistas. Inclusive como eles usavam a desculpa de que as prisoes e as torturas precisavam existir porque os presos eram nazistas, quando na verdade eles mantinham ali todo tipo de pessoa que arriscasse ir contra suas politicas.</p>
<p>Apos os anos 60, preocupados com sua imagem internacional, os comandantes da Stasi trocaram a forca fisica pela tortura psicologica. Eles muitas vezes proibiam os presos de sentar na cama durante o dia e os isolavam completamente, sem que pudessem falar com ninguem, nem com os soldados. O silencio, em boa parte do tempo, soh era quebrado com interrogatorios. Caminhar no quarteirao da prisao tambem eh uma aula de historia, jah que varios dos predios ali desativados perteceram a Stasi, servindo como laboratorio quimico, refeitorio, dormitorio de soldados, etc.</p>
<p>Fui tambem a<strong> </strong><a href="http://www.stiftung-bg.de/gums/en/index.htm" target="_blank">Sachsenhausen</a>, um campo de concentracao que foi usado tanto pelos nazistas quanto pelos comunistas. Nunca tinha ido a um desses campos antes e fiquei impressionada. O audio guide traz depoimentos reais de ex-prisoneiros. Ou seja, em cada cela voce escuta alguem contando algo horrivel.</p>
<p>As partes do campo que mais me impressionaram foram os dormitorios, onde vi aquelas beliches medonhas que sempre aparecem em filmes de holocausto, a trincheira onde judeus e outros prisioneiros eram executados a sangue frio e a camara de gas.</p>
<p>O crematorio tambem eh bem bizarro e ha varios tumulos espalhados pelo campo, inclusive em alguns deles soh estao as cinzas humanas que ficaram espalhadas por ali durante anos. Entender as diferencas de como o mesmo lugar foi usado de formas absurdas pelos dois regimes politicos foi interessante e incrivelmente deprimente. A Alemanha viveu tempo demais sob terror e sofreu demais com atraso economico e social por conta disso.</p>
<p><a href="http://www.vertente.blog.br/wp-content/uploads/2008/06/dsc03605.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-164" title="dsc03605" src="http://www.vertente.blog.br/wp-content/uploads/2008/06/dsc03605-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Mas descobri o lugar mais legal de Berlim: <a href="http://de.wikipedia.org/wiki/Berlin-Friedrichshain" target="_blank">Friedrichshain</a>. Eh onde ficam todas as pessoas mais &#8220;cool&#8221;, os restaurantes, bares e (pasmem!) roupas mais sensacionais. Conheci o Ralph, vendedor de uma loja de pecas &#8220;vintage&#8221; que mudou de Hamburgo pra Berlim ha tres anos e com ele fui ateh o Raw, um squat gigante, onde estah a rampa de skate e onde rolam festa muito legais, principalmente no <a href="http://www.cassiopeia-berlin.de/" target="_blank">Cassiopeia</a>, um espaco pra eventos e shows dentro do Raw.</p>
<p><a href="http://www.vertente.blog.br/wp-content/uploads/2008/06/dsc03575.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-162" title="Cassiopeia " src="http://www.vertente.blog.br/wp-content/uploads/2008/06/dsc03575-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Tava morta e nao aguentei esperar a rave que iria acontecer ali depois da meia-noite, mas adorei ver a galera, prestar atencao nos looks, reparar que a moda aqui sao franjas coloridas e minissaia por cima do jeans com sapatilha de bico fino, alem de um monte de outras coisas bacanerrimas. Friedrichshain foi o &#8220;must&#8221; do meu final de semana.<a href="http://de.wikipedia.org/wiki/Berlin-Friedrichshain" target="_blank"><br />
</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Berlim: entrando mais no relax</title>
		<link>http://www.vertente.blog.br/2008/06/14/berlim-entrando-mais-no-relax/</link>
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		<pubDate>Sat, 14 Jun 2008 22:12:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Chuva e frio, muito frio. Aproveitei pra ir ao museus Pergamon e Altes. Sao bacanas, nao muito grandes nem complicados de visitar e passear novamente por essa parte historica da cidade eh sempre muito agradavel. Mas nao estava muito no &#8220;mood&#8221;. Ate porque, embora sejam museus importantes, nao trazem as melhores colecoes. Definitivamente Franca, Italia, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Chuva e frio, muito frio. Aproveitei pra ir ao museus <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pergamon_Museum" target="_blank">Pergamon</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Altes_Museum" target="_blank">Altes</a>. Sao bacanas, nao muito grandes nem complicados de visitar e passear novamente por essa parte historica da cidade eh sempre muito agradavel. Mas nao estava muito no &#8220;mood&#8221;. Ate porque, embora sejam museus importantes, nao trazem as melhores colecoes. Definitivamente Franca, Italia, NY e Londres impressionam bem mais.</p>
<p>Aproveitei pra espiar de novo as lojinhas do Hackescher Markt e da Rosenthaler Strasse. Repito, moda eh igual a Vila Madalena. Mas coisas de brecho aqui sao o maximo. Muito baratas e em perfeito estado. E  coisas de decoracao tambem sao mto legais. Vi, por exemplo, um lustre incrivel feito de garrafa pet amassada. Aqui tb estao na moda as lojas que vendem penduricalhos, pingentes, contas e acessorios pra montar bijuterias. Elas normalmente tem vitrines coloridissimas, chamam super a atencao e dah pra comprar pecas muito bacanas.</p>
<p><a href="http://www.vertente.blog.br/wp-content/uploads/2008/06/dsc03519.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-172" title="dsc03519" src="http://www.vertente.blog.br/wp-content/uploads/2008/06/dsc03519-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Bem, reciclagem aqui eh tudo. As sacolas de plastico no supermercado custam entre 20 e 50 centavos. Ou seja, todo mundo vai as compras com a sua propria sacola de pano. Nos bares funciona assim: a cerveja custa, sei lah, 3 euros. E se vc entregar no balcao o copo de plastico ou a garrafa eles te devovem 20 centavos ou dao essa quantia de desconto na proxima bebida.</p>
<p>Nos arredores da Rosenthaler Strasse fica o <a href="http://www.ballhaus.de/index.html" target="_blank">Clarchens Ballhaus</a>, um cabaret dos anos 20 com um jardim tao delicioso que nao resisti sentar ali, tomar um capuccino e tirar umas fotos poeticas das flores a minha volta. Alias, eles nunca tem adocante. Ou talvez eu ate agora nao tenha conseguido explicar o que eu quero. Tenho tomado cafe puro ou com acucar mesmo.</p>
<p><a href="http://www.vertente.blog.br/wp-content/uploads/2008/06/dsc03523.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-171" title="dsc03523" src="http://www.vertente.blog.br/wp-content/uploads/2008/06/dsc03523-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>Um museu bem ok e que nao leva mais do que meia hora pra ser visitado eh o <a href="http://www.stadtmuseum.de/index3.php?museum=mm" target="_blank">Markishe Museum</a>. Ele conta a historia de Berlim, mostra como a unificacao dos territorios da Prussia impos uma nova necessidade economica e introduziu a industrializacao, como a lampada e a energia eletrica tiveram um papel crucial no desenvolvimento da cidade e como <a href="http://de.wikipedia.org/wiki/Karl_Friedrich_Schinkel" target="_blank">Karl Schinkel </a>comecou a projetar o que ainda hoje caracteriza a tipica arquitetura berlinense.</p>
<p><a href="http://www.vertente.blog.br/wp-content/uploads/2008/06/dsc03525.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-170" title="dsc03525" src="http://www.vertente.blog.br/wp-content/uploads/2008/06/dsc03525-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>Terminei jantando no <a href="http://www.oxymoron-berlin.de/" target="_blank">Oxymoron</a>, no Hackescher Markt. Um lugar todo bacaninha onde a noite rolam Djs num ritmo meio lounge. Foi legal, mas um pouco &#8220;paulistano&#8221; e mauricinho demais pro meu gosto.</p>
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