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	<title>Vertente &#187; música</title>
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	<description>Variedades e opiniões sobre música, cinema, coisas da vida e tudo mais.</description>
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		<title>One Day as a Lion: outro projeto solo frustrante</title>
		<link>http://www.vertente.blog.br/2008/08/24/one-day-as-a-lion-outro-projeto-solo-frustrante/</link>
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		<pubDate>Sun, 24 Aug 2008 19:36:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mumia Abu Jamal]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Rage Against the Machine]]></category>
		<category><![CDATA[rock]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Zach de la Rocha]]></category>
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		<description><![CDATA[O povo reclama tanto na minha orelha que vou voltar a fazer posts sobre música, retomando a série Riot Girrrrls, com bandas femininas alternativas de diversas partes do mundo, resenhas de shows (embora eu esteja indo a poucos concertos ultimamente), velharias e coisas que eu descubro na Internet. Mas não prometo que vou conseguir escrever [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.vertente.blog.br/wp-content/uploads/2008/08/2695774790_cf3da67452.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-189" title="2695774790_cf3da67452" src="http://www.vertente.blog.br/wp-content/uploads/2008/08/2695774790_cf3da67452-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p>O povo reclama tanto na minha orelha que vou voltar a fazer posts sobre música, retomando a série Riot Girrrrls, com bandas femininas alternativas de diversas partes do mundo, resenhas de shows (embora eu esteja indo a poucos concertos ultimamente), velharias e coisas que eu descubro na Internet. Mas não prometo que vou conseguir escrever toda hora, ok?</p>
<p>Enfim, estava escutando o EP do<a href="http://www.onedayasalion.org/" target="_blank"> One Day as a Lio</a><a href="http://www.onedayasalion.org/" target="_blank">n</a>, projeto novo do <a href="http://www.ratm.com" target="_blank">Zack de la Rocha</a> com Jon Theodore, ex-baterista do <a href="http://www.myspace.com/themarsvolta" target="_blank">Mars Volta</a>. O nome vem de uma fotografia tirada em 1970 por George Rodriguez de um muro em <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Boyle_Heights" target="_blank">Boyle Heights</a>, Los Angeles, com a frase “It’s better to live one day as a lion, than a thousand years as a lamb” (melhor viver um dia como um leão do que mil anos como um cordeiro).</p>
<p>Theodore é um excelente baterista, Zack continua incrivelmente engajado, mas sou meio contra projetos solo. Eles sempre carregam bases das bandas de origem e, na maioria das vezes, acabam virando versões pioradas do mesmo.</p>
<p>E One Day é uma versão piorada de Rage Against the Machine. No lugar da guitarra e do baixo, Zack tira distorções do teclado, o que pode parecer brilhante na primeira faixa, mas se torna repetitivo ao longo do álbum. Sua voz e a pegada meio rap também fazem com que a comparação com o Rage seja inevitável, assim como as letras, bem menos surpreendentes.</p>
<p>Numa entrevista ao <a href="http://soulassassins.com/?p=2611" target="_blank">Los Angeles Times</a> ele mesmo reconhece que One Day precisa de melhorias. &#8220;Não, esta não é uma explosão de energia apenas. Vamos gravar discos, escrever músicas. Estamos no processo de formar a banda. Precisamos de um tecladista. Não sou bom o bastante para fazer tudo sozinho. Portanto, vamos nos reformular em breve&#8221;.</p>
<p>Da mesma forma como sempre achei que o <a href="http://www.audioslave.com/" target="_blank">Audioslave</a> subestimava o talento de Tom Morello, Tim Commerford e Brad Wilk, One Day não reflete a genialidade de Zack e não empolga quem espera por inovações. Ele foi bem mais criativo quando criou <a href="http://www.marchofdeath.com/" target="_blank">March of Death</a>, com DJ Shadow, e encarnou raízes do bom e velho hip hop, juntando-se ainda a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chuck_D" target="_blank">Chuck D</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Roots" target="_blank">The Roots</a> para gravar &#8220;<a href="http://www.imeem.com/cheguevaralivesforever/music/Km_rXSL7/zach_de_la_rocha_chuck_d_the_roots_mumia_911/" target="_blank">Mumia 911</a>&#8220;. Se contarmos ainda a antiga parceria com <a href="http://www.youtube.com/watch?v=rhqfijdOIuE" target="_blank">KRS One</a>, tudo isso parece ter saído muito mais do âmago. &#8220;Quando deixei o Rage estava de coração partido e fiquei obcecado por reinventar a minha roda por completo&#8221;, ele disse ao LA Times. Então talvez ele esteja outra vez precisando de algumas doses de depressão.</p>
<p>Depois de ter visto o <a href="http://www.vertente.blog.br/2008/06/11/berlim-rage-against-the-machine-rules/" target="_blank">Rage ao vivo em Berlim</a>, em junho deste ano, fica difícil não desejar que eles gravem um novo álbum. O entrosamento no palco, o som perfeito, os solos improvisados e hipnotizadores, a força das melodias, o ritmo das letras, os pulos e tombos do Zack. Não dá pra aceitar que isso tudo continue secundário na vida deles. &#8220;Muita coisa mudou. Quando você fica mais velho, olha para o passado e tem outra perspectiva sobre os problemas. Nossa relação está melhor do que nunca (&#8230;) Vamos continuar fazendo shows (&#8230;) Mas quanto a gravar música no futuro, não sei o que todos pensam disso&#8221;, contou ele na entrevista. Que pena.</p>
<p>Deixo aqui uma mostra de One Day as a Lion pra vocês: <a href="http://www.vertente.blog.br/wp-content/uploads/2008/08/05-one-day-as-a-lion.mp3">05-one-day-as-a-lion</a></p>
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		<title>Confusões Adolescentes</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jun 2007 02:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cindy Lauper]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Panasonic]]></category>
		<category><![CDATA[punk]]></category>
		<category><![CDATA[show]]></category>

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		<description><![CDATA[Não lembro exatamente o ano. Era década de 80 e eu gravava esses clipes no videocassete que ficava no quarto dos meus pais. Chegava da escola, ligava o Panasonic &#8220;1 cabeça&#8221; bem alto na TV de 20 polegadas e ficava ali por horas. Fechava a porta, dançava e cantava como se ninguém mais pudesse me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não lembro exatamente o ano. Era década de 80 e eu gravava esses clipes no videocassete que ficava no quarto dos meus pais. Chegava da escola, ligava o Panasonic &#8220;1 cabeça&#8221; bem alto na TV de 20 polegadas e ficava ali por horas. Fechava a porta, dançava e cantava como se ninguém mais pudesse me ouvir. Desafinada até!! Curtia Titãs e &#8220;Cabeça Dinossauro&#8221;, B52´s, <a href="www.madonnaonline.com.br">Madonna</a>, Sepultura, Sabbath, Slayer, Ramones, Rush, Iron Maiden, Cólera e Garotos Podres. Para descobrir novas bandas, prestava atenção nos patches das roupas dos meus grupos favoritos. E vários nomes foram surgindo: Avengers, Adicts, Toy Dolls, Black Flag, Circle Jerks, Minor Threat, <a href="www.socialdistortion.com/">Social Distortion</a>, Youth Brigade. Comprar revistas importadas era um sacrifício. Meus pais iam comigo até o aeroporto de Congonhas onde era mais fácil ter acesso às publicações gringas. Passear na Galeria do Rock antes dos 18 anos, só acompanhada. Era o máximo. Olhava pra cima, pra aquelas pessoas enormes, muito maiores e mais descoladas do que eu, e imaginava como seria meu primeiro show, minha banda, minha vida de rock star! A <a href="www.cyndilauper.com">Cindy Lauper</a> foi uma das primeiras roqueiras a me inspirar. O cabelo dela era o máximo&#8230; <br />[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=MEzUxsdZTQ0]</p>
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		<title>Young@Heart</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2007 05:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane</dc:creator>
				<category><![CDATA[baixo]]></category>
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		<category><![CDATA[música]]></category>
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		<category><![CDATA[young at heart]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando ficar (mais) velha, não quero esquecer os acordes que me arrepiaram, os refrões que me apaixonaram e as notas que me deram conforto na alegria e na tristeza. Não quero esquecer a voz que um dia desejei, os tons que um dia almejei e o baixo que um dia comprei &#8212; e nunca toquei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando ficar (mais) velha, não quero esquecer os acordes que me arrepiaram, os refrões que me apaixonaram e as notas que me deram conforto na alegria e na tristeza. Não quero esquecer a voz que um dia desejei, os tons que um dia almejei e o baixo que um dia comprei &#8212; e nunca toquei como ele merecia. Não quero esquecer o quanto cada momento da minha vida era um compasso que se preenchia em breves, semibreves, colcheias e semicolcheias. Não quero esquecer as letras que definiram meus amores, as tonalidades dos meus erros e acertos, as trilhas sonoras que me apoiaram quando tudo parecia escapar entre os dedos e as frases que riram de mim nos meus melhores tempos. Quando eu ficar (mais) velha, quero cantar, gritar, berrar. E transformar em sons cada magia desta vida mágica. <br />(O <a href="http://www.youngatheartchorus.com/">Young@Heart</a> nasceu em 1982 como um projeto social em um asilo em Northampton, nos Estados Unidos, e se transformou em sucesso mundial, com turnês internacionais lotadas. Eles fazem covers de clássicos do rock e do pop, e emocionam seu público.)</p>
<p>[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=2u6k-99qcCE"&gt;</p>
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