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	<title>Vertente &#187; mundo moderno</title>
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	<description>Variedades e opiniões sobre música, cinema, coisas da vida e tudo mais.</description>
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		<title>Sou tatuada sim, e?</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jan 2007 20:43:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane Loureiro</dc:creator>
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		<category><![CDATA[mundo moderno]]></category>
		<category><![CDATA[tatuagem]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp3.blogger.com/_AUT4_kvOFUU/Ravoe16fP2I/AAAAAAAAABg/odw3BG_C3JY/s1600-h/images.jpg"><img style="float:left;cursor:hand;margin:0 10px 10px 0;" src="http://bp3.blogger.com/_AUT4_kvOFUU/Ravoe16fP2I/AAAAAAAAABg/odw3BG_C3JY/s320/images.jpg" border="0" /></a><br />Pois é. Pleno século XXI. As mulheres já queimaram seus sutiãs, os homens (alguns) já aprenderam – e gostaram – de ficar em casa cuidando da família, o sexo não precisa ser só depois do casamento e o mundo parece estar sempre disposto a erradicar as hipocrisias sociais. Hum, nem tão disposto assim. Outro dia fui jantar na casa de uma amiga, cuja família aparentemente me adora, e eis que começa a discussão sobre tatuagens. Eu sempre fico quieta e finjo que não é comigo, mas fui citada (bastante citada, aliás) e em dado momento, quando os nervos já estavam transbordando a flor da pele, decidi que era hora de ir embora. Sem rancores, nem mágoas. Mas surpresa com o tanto que a humanidade apenas pensa que evoluiu, sem de fato ter saído das cavernas. Infelizmente, podemos ter a melhor tecnologia, estar conectados de formas antes inimagináveis, ter acesso a todo tipo de conhecimento e informação, desbravar o mundo inteiro – o universo inteiro &#8211;, mas o fato é que ainda não deixamos de carregar preconceitos e pré-conceitos que as revoluções tanto tentaram (e tentam) apagar de nossa herança coletiva. Uma pena. Talvez por isso a convivência esteja tão difícil, haja tanta gente solitária no planeta e a grande luta das empresas, hoje, seja pela conquista da real diversidade, não só aquela de raças e crenças, mas também de valores. Porque aceitarmos uns aos outros, irmãos, é tarefa árdua, cada vez mais árdua neste mundo moderno, pós-moderno, contemporâneo. Neste mundo tão pequeno, tão redondo e tão perdido. E que, ao mesmo tempo, nos coloca diante de tantos desafios, como simplesmente conviver com a tatuagem alheia.</p>
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