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	<title>Vertente &#187; Matrix</title>
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		<title>Sexo online: mais difícil do que se imagina</title>
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		<pubDate>Thu, 24 May 2007 22:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Morri de rir com a matéria publicada pelo Village Voice: “Sex Advice for the Digital Age &#8211; Getting laid in a pixelated hot tub is, well, harder than you&#8217;d think”. O repórter conta sua transa com uma “not-so-stunning-but-sexy-brunette” à beira de uma piscina no Second Life. O texto começa descrevendo a cantada até que a garota topa fazer sexo e começa a gemer enlouquecidamente (leia-se teclando gemidos). E ele diz: “Ok, agora estou completamente perdido. Ela parece experimentar uma espécie de êxtase não-verbal e eu nem sabia que nós já tínhamos começado. Com a minha voz sexy, perguntei: ‘Baby, você fala inglês? ’” A tal morena confessou mais tarde ser um garoto de 19 anos. E o repórter completa: “Um número surpreendente de encontros sexuais no ciberespaço parece compartilhar dessa característica monótona, sem inspiração. A Internet é supostamente o lugar onde soltamos nossas fantasias. Ninguém deveria sofrer com um terrível cybersex. Já há muito sexo ruim na vida real.” De fato, não deve existir nada pior do que ficar horas online tentando achar alguém, na expectativa de fazer um sexo incrível, e terminar mais frustrado do que se tivesse levado um fora “offline” monumental. A Internet ainda nos fará debater muitas mudanças de comportamento, mas talvez – em casos como este &#8212; fosse melhor a ignorância de Neo antes da “<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Matrix">Matrix</a>” e não distinguir o real do virtual.</p>
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