<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Vertente &#187; lembrança</title>
	<atom:link href="http://www.vertente.blog.br/category/lembranca/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.vertente.blog.br</link>
	<description>Variedades e opiniões sobre música, cinema, coisas da vida e tudo mais.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 15 Mar 2010 22:29:59 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1.1</generator>
		<item>
		<title>A arte de driblar o tempo</title>
		<link>http://www.vertente.blog.br/2007/07/10/a-arte-de-driblar-o-tempo/</link>
		<comments>http://www.vertente.blog.br/2007/07/10/a-arte-de-driblar-o-tempo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 10 Jul 2007 02:14:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane</dc:creator>
				<category><![CDATA[casamento]]></category>
		<category><![CDATA[divórcio]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[jovem]]></category>
		<category><![CDATA[lembrança]]></category>
		<category><![CDATA[nostalgia]]></category>
		<category><![CDATA[passado]]></category>
		<category><![CDATA[presente]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
		<category><![CDATA[velho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://neylwalecki.wordpress.com/2007/07/10/a-arte-de-driblar-o-tempo/</guid>
		<description><![CDATA[O tempo ajuda e atrapalha. O tempo ajuda a curar as feridas, mas aumenta a saudade. O tempo ajuda a enxergar melhor as coisas, mas pode ser que se veja aquilo que não quer. O tempo amadurece e com ele vem a nostalgia pelo o que a vida a “adulta” não permite mais. Comemora-se o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O tempo ajuda e atrapalha. O tempo ajuda a curar as feridas, mas aumenta a saudade. O tempo ajuda a enxergar melhor as coisas, mas pode ser que se veja aquilo que não quer. O tempo amadurece e com ele vem a nostalgia pelo o que a vida a “adulta” não permite mais. Comemora-se o tempo da união e lamenta-se ou comemora-se o tempo da separação. Casamento e divórcio fazem aniversário. Calcula-se o valor de uma amizade pelo tempo que ela dura. E injustamente dá-se menos importância a quem foi importante, mas durou menos tempo. Erros parecem durar mais na lembrança que os acertos. Mas muito tempo longe faz até os erros parecerem acertos. Dá aquele aperto&#8230; Quando jovem almeja-se o velho; quando velho faz-se jovem. Mas o tempo todo reclama-se da falta de tempo. Como se tudo se resumisse numa obsessiva busca por chegar em algum lugar sem perceber que já se está no lugar certo. E assim o tempo passa. No final, sabe-se apenas que tudo tem seu tempo. Tudo foi simplesmente o que tinha que ser. Nem mais, nem menos.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.vertente.blog.br/2007/07/10/a-arte-de-driblar-o-tempo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

