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	<title>Vertente &#187; caos aéreo</title>
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	<description>Variedades e opiniões sobre música, cinema, coisas da vida e tudo mais.</description>
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		<title>Não fumem os seus celulares!</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 14:21:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Don&#8217;t smoke your cell phone&#8221;, disse a comissária de bordo num vôo com destino a Belo Horizonte. Sinceramente, andar de avião é cada dia mais brega. Quando era criança, tomar café em Congonhas e assistir as aeronaves decolarem era o máximo. Viajar era um &#8220;evento&#8221;. Alguns homens vestiam terno, as mulheres estavam sempre arrumadas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Don&#8217;t smoke your cell phone&#8221;, disse a comissária de bordo num vôo com destino a <a href="http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/" target="_blank">Belo Horizonte</a>.</p>
<p>Sinceramente, andar de avião é cada dia mais brega. Quando era criança, tomar café em <a href="http://www.infraero.gov.br/aero_prev_home.php?ai=109" target="_blank">Congonhas</a> e assistir as aeronaves decolarem era o máximo. Viajar era um &#8220;evento&#8221;. Alguns homens vestiam terno, as mulheres estavam sempre arrumadas e as aeromoças eram esbeltas e elegantes. Quem trabalhava em rotas internacionais sabia falar inglês pra valer. Rodar o mundo servindo passageiros era algo desejado por milhares de pessoas.</p>
<p>Hoje, o bilhete custa o olho da cara e a comida é ruim, sem contar quando a refeição é, no máximo, um bolinho <a href="http://www.grupobimbo.com.br/interna.asp?topo=produtos&amp;lateral=produtos&amp;cont=sobrepullman&amp;codigo=162&amp;site=pullman" target="_blank">Pullman</a> ou duas bolachas salgadas. Sinta-se espremido e passe fome. Já imaginou ter que decifrar aquele inglês macarrônico? Pelo menos a gente fala português!</p>
<p>Se a tripulação baixou o nível, obviamente boa parte dos passageiros também se adequa aos padrões atuais. Sempre tem aquele que bebe só pra aproveitar o vinho e a cerveja &#8220;de graça&#8221;. A maioria levanta e pega a bagagem de mão com a aeronave ainda em movimento, parece até uma boiada querendo sair pela porteira. Ok, não precisa fumar o celular. Mas dá pra esperar e checar os recados lá no saguão?</p>
<p>É uma falta de educação generalizada.</p>
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		<title>Um camelo, por favor</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Aug 2007 03:14:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiane</dc:creator>
				<category><![CDATA[camelo]]></category>
		<category><![CDATA[caos aéreo]]></category>
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		<description><![CDATA[Já sofremos do caos aéreo. Aeronaves de funcionamento duvidoso, aeroportos mal planejados e cercados por prédios de todos os lados, radares e controladores que não se entendem. Num primeiro momento a idéia é substituir, sempre que possível, o avião pelo ônibus ou o automóvel. Mas o Estadão do último domingo trouxe uma reportagem alertando que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp1.blogger.com/_AUT4_kvOFUU/RrfyVOE07VI/AAAAAAAAAII/bOoq6GzXhxQ/s1600-h/Cameljordaniandesert.jpg"><img style="display:block;text-align:center;cursor:hand;margin:0 auto 10px;" src="http://bp1.blogger.com/_AUT4_kvOFUU/RrfyVOE07VI/AAAAAAAAAII/bOoq6GzXhxQ/s320/Cameljordaniandesert.jpg" border="0" /></a></p>
<p>Já sofremos do <a href="www.terra.com.br/istoe/1935/brasil/1935_caos_aereo.htm ">caos aéreo</a>. Aeronaves de funcionamento duvidoso, aeroportos mal planejados e cercados por prédios de todos os lados, radares e controladores que não se entendem. Num primeiro momento a idéia é substituir, sempre que possível, o avião pelo ônibus ou o automóvel. Mas o <a href="http://www.estadão.com.br">Estadão</a> do último domingo trouxe uma reportagem alertando que dos 1,7 milhão de quilômetros de rodovias apenas 196 mil são asfaltados. Ou seja, <a href="http://www.cidadeverde.com/geral_txt.php?id=2763">somente 11% das estradas</a> do país são trafegáveis. Mais ou menos trafegáveis. A estatística não leva em conta a falta de manutenção, sinalização e segurança. E é melhor não pensar muito, porque aí vem o medo do <a href="http://www.revistacaminhoneiro.com.br/revista208_rebite.htm">caminhoneiro rebitado</a>, do motorista de carteira comprada ou vencida, dos carros velhos e podres, do irresponsável que esqueceu de passar no mecânico, entre outros mil absurdos que a gente normalmente vivencia ao volante. Fazer o que? A pobre bicicleta, tão desrespeitada, acaba sendo quase um suicídio. Navio é caro. Por isso agora quero um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Camel">camel</a>o. Na verdade, poderia querer um <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Horse">cavalo</a>, mas camelos me parecem mais adequados que os equinos. Camelos são simpáticos e econômicos (nunca mais vou gastar com gasolina e eles são vegetarianos, ou seja, capim basta). Andam devagar (evitam multas e acidentes trágicos), são rudes (afinal, aguentam desertos mundo afora) e podem ser usados em viagens pesadas. Sendo assim, camelos são um ótimo meio de transporte para quem ainda tem algum amor à própria vida. Tem mais: quem já está de saco cheio da esposa pode trocá-la no Marrocos, por exemplo, e conseguir não apenas um camelo, mas vários se a negociação for boa. O governo, ao invés de continuar prometendo investimentos em infra-estrutura que há anos não saem do papel, deveria facilitar a importação de camelos. Isso geraria empregos (certamente precisaríamos de mais garis, veterinários e plantadores de capim) e nos pouparia um pouco do constrangimento de aceitar tanta incompetência pública.</p>
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