Chuva e frio, muito frio. Aproveitei pra ir ao museus Pergamon e Altes. Sao bacanas, nao muito grandes nem complicados de visitar e passear novamente por essa parte historica da cidade eh sempre muito agradavel. Mas nao estava muito no “mood”. Ate porque, embora sejam museus importantes, nao trazem as melhores colecoes. Definitivamente Franca, Italia, NY e Londres impressionam bem mais.
Aproveitei pra espiar de novo as lojinhas do Hackescher Markt e da Rosenthaler Strasse. Repito, moda eh igual a Vila Madalena. Mas coisas de brecho aqui sao o maximo. Muito baratas e em perfeito estado. E coisas de decoracao tambem sao mto legais. Vi, por exemplo, um lustre incrivel feito de garrafa pet amassada. Aqui tb estao na moda as lojas que vendem penduricalhos, pingentes, contas e acessorios pra montar bijuterias. Elas normalmente tem vitrines coloridissimas, chamam super a atencao e dah pra comprar pecas muito bacanas.
Bem, reciclagem aqui eh tudo. As sacolas de plastico no supermercado custam entre 20 e 50 centavos. Ou seja, todo mundo vai as compras com a sua propria sacola de pano. Nos bares funciona assim: a cerveja custa, sei lah, 3 euros. E se vc entregar no balcao o copo de plastico ou a garrafa eles te devovem 20 centavos ou dao essa quantia de desconto na proxima bebida.
Nos arredores da Rosenthaler Strasse fica o Clarchens Ballhaus, um cabaret dos anos 20 com um jardim tao delicioso que nao resisti sentar ali, tomar um capuccino e tirar umas fotos poeticas das flores a minha volta. Alias, eles nunca tem adocante. Ou talvez eu ate agora nao tenha conseguido explicar o que eu quero. Tenho tomado cafe puro ou com acucar mesmo.
Um museu bem ok e que nao leva mais do que meia hora pra ser visitado eh o Markishe Museum. Ele conta a historia de Berlim, mostra como a unificacao dos territorios da Prussia impos uma nova necessidade economica e introduziu a industrializacao, como a lampada e a energia eletrica tiveram um papel crucial no desenvolvimento da cidade e como Karl Schinkel comecou a projetar o que ainda hoje caracteriza a tipica arquitetura berlinense.
Terminei jantando no Oxymoron, no Hackescher Markt. Um lugar todo bacaninha onde a noite rolam Djs num ritmo meio lounge. Foi legal, mas um pouco “paulistano” e mauricinho demais pro meu gosto.




Jornalista, trabalhando com Relações Públicas. Apaixonada por música e pela vida.




