Getting fat in London

O direito trabalhista soh poderia mesmo ter nascido na Europa. Adoro o meu emprego no Brasil, mas definitivamente estou vivendo certas regalias pouco usuais em empresas brasileiras. A primeira delas eh o cafe da manha no escritorio. Varias frutas. Ok, eles nao sabem comer. A banana eh verde e a ameixa vem com a etiqueta do hortifruti. Mas, who cares, certo? Alem disso, varios tipos de paes e duas torradeiras aa disposicao. Fora manteiga, nutella, geleias e as maquinas que servem desde cha descafeinado a chocolate quente, capuccino e espresso. Aa vontade, o dia inteiro. Uma especie de “fat suicide”. O almoco soh dura meia hora ou as pessoas pedem comida e ficam na frente do computador non-stop. Comeca de novo a tortura de quem esperava voltar pra casa no minimo “same size”. E faz frio. Ateh que menos frio do que eu imaginava, mas frio o bastante pra eu me render ao cheiro de brownie que exala dos cafes. Um horror. A noite cai e, logico, nao vou voltar pro hotel e ficar la sozinha pensando que ligar pra casa seria um “financial suicide” com o minuto a 9 reais. Ai sobram os bares, pubs, restaurantes, museus. Quarta fui aa National Gallery e tive o prazer de ver a exibicao “Manet to Picasso“, incluindo alguns celebres Van Gogh. Perdi a hora de solicitar um prato descente em um bom restaurante e com isso tive que jantar em algum pub. Escolhi o Stanhope Arms, em Gloucester Road. Tipica refeicao inglesa: torta de carne com batata. Obviamente que a calca apertou no mesmo instante em que dei a primeira garfada. Mas o cumulo da cidadania, outra vez, eh o happy hour semanal que o escritorio oferece as sextas: vinho, cerveja, refrigerantes, salsicha, mini-sanduiche, taco, chips e nachos. Alguem pode me dizer se da pra resistir???

P.S.: A sexta ainda nao terminou. A semana ainda nao acabou. E domingo tem churrasco na casa da “chefe”. Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh

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